Pular para o conteúdo

O PRONTO NÃO SERVE

O SOFTWARE SAI DAQUI. NÃO DE UM TERCEIRO.

Painel interno, área de cliente ou produto digital próprio, construídos do zero para o jeito que a sua operação já funciona. Quem escreve o código é quem senta com você na reunião.


O problema

Sua operação vive em planilha e gambiarra

São seis da tarde e você está conferindo à mão se a planilha do financeiro bate com a do estoque. O funcionário novo pediu acesso e alguém mandou o arquivo pelo WhatsApp. Aí um filtro ficou errado, outro salvou por cima, e ninguém mais sabe qual versão é a boa. Todo fim de mês você perde um dia montando um relatório que já deveria estar pronto sozinho.

Você já testou três sistemas de prateleira. Um não tem o campo que a sua regra de comissão exige. O outro cobra por usuário e a equipe inteira precisa entrar. O terceiro até serve, desde que você mude o jeito de trabalhar para caber na tela que outra pessoa desenhou.

Como a Rock resolve

5 etapas, na ordem em que acontecem

  1. Mapeamos a operação real

    Antes de escrever uma linha, acompanhamos o processo como ele acontece hoje: planilha, caderno, grupo de WhatsApp e todas as gambiarras que seguram o dia. O sistema copia o que funciona e corta o que só existe porque sempre foi assim.

  2. Começamos pelo que trava

    A primeira versão resolve o processo que mais atrasa o seu dia, não a lista inteira de desejos. Você usa com dado real, aponta o que atrapalha, e o ajuste entra antes de construir o resto.

  3. Tela que dispensa manual

    As telas são feitas para o seu time usar no ritmo do balcão, não para impressionar em apresentação. Se alguém precisa de treinamento longo para lançar um pedido, a tela está errada e nós refazemos.

  4. O código fica no seu nome

    Repositório aberto para você desde o primeiro commit, com documentação do banco e do deploy. Se um dia quiser levar para outro desenvolvedor, leva sem pedir licença.

  5. Vida depois da entrega

    Software não acaba no dia do lançamento: aparece caso novo, regra nova e erro que só o uso real revela. A manutenção fica escrita no contrato, com reunião mensal com quem escreve o código.

O que está incluso

Sem letra miúda

  • Levantamento de requisitos feito com quem opera o processo, não só com quem manda nele
  • Protótipo navegável das telas principais aprovado antes de começar a programar
  • Sistema web responsivo, com as ações do dia a dia funcionando no celular
  • Controle de acesso por perfil: cada pessoa entra e enxerga só o que é dela
  • Banco de dados com rotina de backup automático e teste de restauração
  • Repositório de código no seu nome, com seu acesso liberado desde o primeiro dia
  • Publicação no servidor com domínio e certificado SSL configurados
  • Treinamento gravado da equipe e documentação escrita em português

Para quem é

  • Dono que toca a operação em planilha compartilhada e já perdeu informação por causa disso
  • Empresa com regra própria de comissão, preço ou aprovação que nenhum sistema de prateleira aceita
  • Negócio que quer dar ao cliente uma área para acompanhar pedido, contrato ou serviço sem ligar para o escritório
  • Quem tem uma ideia de produto por assinatura e precisa de alguém que construa a primeira versão de verdade

Para quem não é

  • Quem quer um clone de aplicativo gigante com orçamento de site institucional. Não é falta de vontade: a conta não fecha, e preferimos dizer isso na primeira reunião a descobrir no meio do projeto.
  • Quem não tem ninguém de dentro autorizado a decidir. Sistema sob medida exige alguém que responda "é assim que a gente faz" em dois dias, não em duas semanas. Sem essa pessoa, o projeto para e o custo continua correndo.
  • Quem está juntando três orçamentos para fechar com o mais barato. Sistema barato é sistema largado na metade, e refazer sai mais caro do que fazer uma vez só.

Perguntas

O que costumam perguntar

Depende do tamanho do processo, e ninguém honesto crava valor antes de ver o seu. A primeira conversa serve para entender o que precisa existir; depois disso você recebe escopo escrito e preço fechado. Se um sistema pronto resolver o seu caso por menos, falamos e você economiza.

Prazo só depois do escopo definido: data prometida antes de entender o problema é data que quebra. O que fica combinado desde a primeira reunião é que você vê tela funcionando com dado real durante o projeto, não só no dia da entrega.

Quase sempre é, e dizemos isso quando for o caso. Sob medida vale quando a regra do seu negócio não cabe nos campos que o software de prateleira oferece, ou quando a cobrança por usuário passa a pesar todo mês.

Você leva o sistema com você. O código fica em repositório no seu nome desde o primeiro dia, com documentação de banco e de publicação.

Nossa equipe de desenvolvimento, aqui dentro. Não existe repasse para freelancer escondido nem camada de atendimento no meio do caminho. Quem levanta o processo, escreve o código e apresenta a entrega é o mesmo time que você chama no WhatsApp.

Não compre nada ainda. Nós configuramos hospedagem, domínio e certificado, e mostramos a conta mensal de infraestrutura antes de você assinar qualquer coisa. Essas contas ficam no seu nome, com sua senha, não no nosso.

Vamos falar sobre isso?

A conversa começa pelo WhatsApp, direto com quem vai planejar e executar. Não existe camada de atendimento antes disso.

Chamar no WhatsApp
Falar agora