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A FRENTE COMPLETA

A OPERAÇÃO DIGITAL INTEIRA EM UMA MESA.

Posicionamento, canais, verba, criativo e relatório sob o mesmo comando. Você aprova a estratégia com quem abre o gerenciador na segunda-feira.


O problema

Você virou gerente de quatro fornecedores.

O designer manda a arte no domingo à noite. O rapaz do tráfego só aparece quando o cartão recusa. No site quem mexeu foi um conhecido que sumiu. Você passa a quinta-feira reencaminhando mensagem entre eles em vez de tocar a empresa.

Aí fecha o mês e ninguém sabe dizer o que funcionou. O tráfego culpa o criativo, o criativo culpa a oferta, e o seu caixa continua sem resposta. Você não tem um problema de marketing. Você tem quatro pessoas executando pedaços de um plano que ninguém escreveu.

Como a Rock resolve

5 etapas, na ordem em que acontecem

  1. Diagnóstico antes da verba

    Primeiro a gente olha preço, margem, ticket, concorrência da sua praça e o que já foi tentado. Só depois decide onde anunciar e quanto. Colocar dinheiro no ar antes disso é apostar com o seu caixa.

  2. Posicionamento antes do post

    Fica escrito o que a sua marca fala, para quem fala e o que ela nunca vai falar. Esse documento é a régua de tudo o que sai depois. Sem ele, cada peça inventa uma empresa diferente.

  3. Um plano, todos os canais

    Site, campanha, vídeo e automação de WhatsApp saem do mesmo plano e dizem a mesma coisa. O anúncio promete o que a página entrega, e a página entrega o que o atendimento responde. Peça solta bonita não sobrevive ao caminho até a venda.

  4. A execução mora aqui dentro

    Quem monta a estratégia é quem grava o criativo, mexe no código do site e abre o gerenciador. Nenhum briefing atravessa três empresas até virar arte errada.

  5. Relatório com a chave junto

    Todo mês você recebe o relatório e o acesso ao gerenciador de anúncios, que fica no seu nome. Dá para conferir linha por linha, com ou sem a Rock na chamada. A reunião mensal serve para decidir o próximo passo, não para descobrir o que aconteceu.

O que está incluso

Sem letra miúda

  • Diagnóstico inicial do negócio: oferta, preço, margem, canal de venda e concorrência da sua praça
  • Documento de posicionamento que define o que a marca fala, para quem fala e em que tom
  • Plano de canais com a verba dividida por objetivo, escrito e aprovado por você antes de rodar
  • Gestão das campanhas de tráfego pago dentro do gerenciador que fica no seu nome
  • Produção dos criativos: roteiro, gravação, edição de vídeo e peças estáticas
  • Calendário de conteúdo mensal amarrado ao que está rodando em anúncio
  • Relatório mensal com acesso ao gerenciador e reunião com quem executa a conta
  • Site, campanha, criativo e automação feitos pela mesma equipe

Para quem é

  • Dono que hoje coordena designer, social media e tráfego no próprio WhatsApp e quer devolver essa função
  • Empresa que já vende no boca a boca e nunca montou a frente digital de verdade
  • Comércio, alimentação ou serviço da região que precisa aparecer primeiro na cidade e depois no noroeste paulista
  • Quem já anunciou por conta própria, gastou e parou sem saber se o problema era o anúncio, a página ou a oferta

Para quem não é

  • Quem quer testar com pouco por um mês. Verba de teste, prazo de teste e atenção de teste dão resultado de teste. Depois a conta cai na agência. Se o marketing precisa se pagar até o dia 30 para você não fechar, o problema não é marketing.
  • Quem já chega com o plano pronto e quer mão de obra para executar. A Rock não é braço barato de ideia de terceiro. Se a estratégia não pode ser questionada, contrate um freelancer: sai mais em conta e você continua mandando igual.
  • Quem não quer aparecer. Se ninguém da empresa grava um vídeo, se o WhatsApp fica sem resposta depois das 18h e se a dúvida técnica do cliente morre sem retorno, não existe campanha que conserte.

Perguntas

O que costumam perguntar

O valor sai depois do diagnóstico, porque escopo de e-commerce e escopo de loja de rua não custam a mesma coisa. Você recebe uma proposta com o que entra, o que não entra e o valor fechado do mês. A verba de anúncio é separada, vai no seu cartão e roda no gerenciador que é seu.

Não prometemos prazo, e desconfie de quem promete com a sua verba. O que dá para combinar é o ritmo: campanha no ar, criativo novo entrando, relatório todo mês e ajuste quando o número pedir. Esse ritmo está escrito no contrato, não combinado de boca.

Dá para começar pelo que está travando. Se o site não converte, entrar por tráfego é despejar dinheiro numa página furada. O diagnóstico aponta a ordem. O resto entra quando fizer diferença no seu resultado. Engordar o contrato nunca é o critério.

Nossa equipe. Quem faz o diagnóstico e escreve o plano é quem grava o criativo, abre o gerenciador e senta na reunião mensal. Sua conta não passa por gerente júnior repassando recado no meio. Quando uma etapa pede reforço, a Rock reforça o time e continua respondendo por tudo.

Presencial em Ouroeste, Jales, Fernandópolis e no noroeste paulista. Reunião, estratégia e gestão de campanha rodam remoto para o Brasil inteiro. O que muda é a logística da câmera, não o método.

Se a pessoa está entregando, não vamos pedir para demitir ninguém só para justificar contrato. A Rock assume a frente onde está o buraco e trabalha junto com quem já está lá. A única exigência é ficar escrito quem responde por cada número, para o fim do mês não virar troca de culpa.

Vamos falar sobre isso?

A conversa começa pelo WhatsApp, direto com quem vai planejar e executar. Não existe camada de atendimento antes disso.

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